Dr. Paulo MatosOrbitopatia

Órbita e orbitopatia de Graves · Campinas e região
Diagnóstico e tratamento das alterações oculares causadas pela doença de Graves e pela tireoide.
CRM 209868 · RQE 126321

É uma doença autoimune que causa inflamação nos músculos e na gordura atrás dos olhos. Pode ocorrer junto com alterações da tireoide e modificar a posição dos olhos, das pálpebras e o alinhamento do olhar.
A avaliação especializada identifica a fase e a gravidade da doença para proteger a visão, aliviar os sintomas e planejar o tratamento na sequência adequada.
Os sinais variam de pessoa para pessoa e podem afetar um ou os dois olhos. Mudanças no olhar merecem avaliação oftalmológica.
Olhos saltados
Protrusão, em que o globo ocular aparece mais para fora da órbita.
Retração palpebral
Pálpebra "puxada" para cima, mostrando a parte branca do olho.
Visão dupla
Dificuldade de alinhar os dois olhos, pior ao olhar para os lados.
Ressecamento
Lacrimejo, ardência e sensação de areia por pálpebra retraída.
Estrabismo
Desalinhamento dos olhos causado pelo comprometimento dos músculos oculares.
Pressão atrás dos olhos
Sensação de peso, pressão ou dor no fundo dos olhos, especialmente ao movimentá-los.
Controle da fase inflamatória, corticoterapia e proteção da superfície ocular, coordenados com a endocrinologia.
Cirurgia que abre espaço na órbita, reduzindo a protrusão e protegendo o nervo óptico.
Realinhamento dos músculos oculares para tratar a visão dupla quando a doença se estabiliza.
Correção da retração para reposicionar a pálpebra, melhorar a proteção ocular e harmonizar o olhar.

Oftalmologista · Especialista em Orbitopatia de Graves
Oftalmologista com subespecialização em Cirurgia Oculoplástica, Órbita e Vias Lacrimais, com atuação no diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico da orbitopatia de Graves.
Graduação
Medicina pela UNESP
Residência
Oftalmologia no Hospital Oftalmológico de Sorocaba (BOS)
Fellowship
Plástica Ocular, Órbita e Vias Lacrimais pela USP-RP
Doutorado
USP de Ribeirão Preto em Doença de Graves
Membro
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCPO)
Preceptor
Residência médica e fellowship no Hospital Penido Burnier — Campinas, SP
Nem sempre. Muitas fases respondem ao tratamento clínico; a cirurgia é indicada quando há protrusão importante, visão ameaçada ou desalinhamento persistente.
O trabalho é conjunto: o oftalmologista trata o olho enquanto o endocrinologista acompanha a tireoide, para que os dois cuidados caminhem juntos.
Avaliação completa do histórico da doença ocular tireoidiana, avaliação oftalmológica completa, acuidade visual, pressão ocular, movimentação dos olhos, restrições, exoftalmometria, avaliação de exames de imagem e planejamento individualizado.
A doença passa por uma fase ativa e depois se estabiliza. Com tratamento adequado, é possível controlar os sintomas, proteger a visão e recuperar a aparência natural do olhar.
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